Pesquisa mostra a importância dos médicos no combate a fake news de saúde

Com a crise sanitária da Covid-19, diversas notícias falsas ganharam espaço nas redes sociais. Tratando-se de saúde, o poder da desinformação pode ser ainda mais fatal. Pensando nisso, médicos e demais profissionais da saúde assumiram a posição de orientar seus pacientes

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Nova pesquisa indica que cerca de 52% das pessoas são orientadas por seus médicos sobre os perigos da desinformação de saúde – também chamadas de fake news. Realizada pelo Doctoralia e pela ORIGIN Health Company, a pesquisa contou com a entrevista de mais de 5 mil indivíduos de 18 a 75 anos para compreender o cenário deste assunto. O levantamento obteve dados quanto à frequência na busca por informações, as fontes que são consideradas como seguras e a opinião dos pacientes sobre o que a tecnologia deve reservar para o futuro do setor e dos profissionais da saúde.

No que se refere à frequência, aproximadamente 30% dos entrevistados afirmaram utilizar a Internet diariamente para pesquisar sobre temas de saúde em alta no país. A pesquisa questionou a forma como as pessoas tentam garantir que a informação obtida é verdadeira: 28% utiliza fontes de organizações de saúde, 25% tem como base plataformas voltadas para saúde e 20% faz uso dos grandes veículos de comunicação. Para ajudar no combate às fake news, a Doctoralia criou um serviço de “Pergunte ao Especialista” que possibilita qualquer pessoa de tirar dúvidas com os especialistas, oferecendo realizar essa atividade de forma anônima.

Questionados sobre o futuro para o setor e os profissionais da saúde, 49% dos entrevistados afirma ver a tecnologia como uma aliada na experiência do paciente, o que pode englobar a questão das informações verdadeiras de saúde, agendamentos médicos ou consultas à distância. Há ainda uma parcela de 32% que acredita na ciência, estudos e descobertas recentes para guiar os especialistas da saúde do futuro.

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